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    Grêmio de 1995
    Uma análise de como aquele time marcou uma época e ficou marcado como o esquadrão tricolor.
    O ano era 1995 e o Grêmio barbarizou o Brasil todo ao vencer a Libertadores com um time raçudo. Porém, com muita técnica também e isso terminou fazendo com que tudo fosse possível. Hoje a Arena Gremista falara mais sobre isso e te convida a seguir por aqui.
    Precisamos destacar vários jogadores daquela época que marcaram história, seja os veteranos como Dinho, Adilson e Luiz Carlos Goiano, até apostas como Carlos Miguel e Emerson.
    Todos tinham a sua importância e Felipão fazia um trabalho excelente a frente da equipe. Nós podemos acessar vídeos de jogos e ver como aquele time era moderno, já que ataca bem e defendia melhor ainda.
    O goleiro então era o inesquecível Danrlei, que vestia a camisa do Grêmio e fazia defesas impossíveis. Do outro lado, temos que destacar o excelente Jardel, centroavante dos gols de cabeça e que nos ajudou muito.
    E a Arena Gremista lembra também com saudade de Paulo Nunes, o diabo loiro. Jogador rápido, técnico e que cruzava para que Jardel fizesse os seus gols de cabeça.
    As laterais tinham o esforçado Roger Machado e o técnico Arce, jogadores que se completavam. Na realidade, o time jogava muito pelo jogo aéreo e por isso é que bateu campeão.
    Devemos destacar por fim, o icônico Felipão que era um copeiro de marca maior e por isso fez tanto. Uma libertadores, uma Recopa e uma Copa do Brasil, com um time de investimento bem menor que os demais. Temos que relembrar também do jogo contra o Ajax, porém aquela partida não tinha como ganhar.
    Vamos embarcar numa viagem ao meio dos anos 90 e relembrar de um dos melhores times. Vamos lá, porque devemos sempre considerar a história, já que também faz parte.

    Como a equipe jogava?
    A Arena Gremista pesquisou e viu que aquele time jogava num clássico 4-4-2 com um forte sistema defensivo. Era muito difícil furar aquela defesa, com um meio campo forte e um ataque matador.
    Felipão sempre priorizou a defesa e fez com que o ataque ficasse em segundo plano. Porém, nesse time isso tinha uma razão, a dupla de ataque era muito entrosada. Jardel e Paulo Nunes se completavam, porque o Diabo Loiro era rápido e Jardel era matador.
    O meio-campo tinha Dinho (do pescoço para baixo é canela) e Luiz Carlos Goiano que as vezes se aventurava ao ataque. Na dupla de meias Arílson e Carlos Miguel, jogadores que apesar de marcarem também tinham muita técnica.
    A Arena Gremista informa que o time sabia se defender como poucos e atava no momento certo. Não podemos esquecer das laterais, já que Arce tinha um bom toque na bola e Roger Machado era muito esforçado, o que acaba fazendo com que ambos se completassem.

    Defesa
    Como dito anteriormente, a defesa era muito boa e segura, Adilson e Rivarola se completavam. Enquanto Rivarola era aquele zagueiro clássico de muita marcação e pouca técnica. Do outro lado tínhamos Adilson Batista, um zagueiro mais técnico e que sabia como jogar.
    No gol a Arena Gremista lembra com saudades de Danrlei, um grande goleiro e um cara que amava o manto gremista. Quantas defesas impossíveis e também várias confusões, porém ele era muito bom no Gol.
    Arce foi um dos melhores laterais direitos da história do futebol mundial, jogador de muita qualidade no passe. Deu várias assistências para Jardel e do outro lado tínhamos Roger Machado, que era um lateral marcador e com alguma técnica.

    Meio-Campo
    Chegamos a chave daquele time e isso passa por Dinho, que era um grande primeiro volante. Jogador de muita raça e de confiança, do pescoço para baixo era canela. Quantos desarmes, carrinhos perfeitos e Dinho tinha um bom passe. Já Luiz Carlos Goiano era um bom volante, porém nada demais para a época.
    Em relação aos meias armadores, tínhamos o esforçado Areílson e a promessa Carlos Miguel. Ambos sabiam marcar e também atacar, tinham técnica e completavam aquele time. Vale ressaltar que Emerson as vezes aparecia como titular também, depois virou até um jogador que jogou em duas Copas do Mundo.

    Ataque
    Jardel e Diabo loiro, que saudade a Arena Gremista tem dessa época e como ambos se completavam. Se Paulo Nunes era rápido, driblador e irreverente, do outro lado Jardel era o oposto. Jogador de área, bom no jogo aéreo e sempre um cara quietão.
    Vale destacar também que ambos se entendiam bem com as tabelas, na realidade isso era o principal. Porque, todos os times em que Felipão treinou, sempre tiveram centroavante que soubesse cabecear. O Palmeiras dele era Oséas e até em 2012 ele venceu uma Copa do Brasil com Betinho de camisa 9.
    Porém, Jardel era muito mais do que aquilo e a Arena Gremista sabe muito bem disso. Porque, ele também fazia seus gols com os pés, porém de cabeça ele era imbatível. A única pena foi que depois do Grêmio, infelizmente ele nunca mais foi o mesmo.

    Felipão
    A Arena Gremista precisa destacar que trabalho de Felipão, montou um time bom e barato. Deu resultado, a equipe conseguiu ótimos resultados e uma Libertadores de uma maneira inesquecível. O grande mérito de Felipão foi sempre não inventar, o que é bom.
    Se técnicos como Tite, Luxemburgo e Tele Santana faziam ou ainda fazem os seus times jogarem bem. Felipão, era justamente o oposto disso, as suas equipes eram feitas para serem campeãs. Naquele tempo buscar Jardel, Paulo Nunes, Arce e Rivarola era loucura.
    Porém, Felipão topou e essa equipe bateu campeã, mesmo sendo com gols de cabeça ou sem o futebol arte. Até porque, o que vale é ser campeão e não dar espetáculo.
    Quando lembramos daquela Libertadores, ninguém lembra do Palmeiras que jogava bonito de Luxemburgo. Lembram do Grêmio de Felipão, porque foi campeão.
    É meus amigos a Arena Gremista fez uma verdadeira viagem hoje e por isso foi muito bom. O pessoal mais novo, vale muito puxar vídeos no YouTube e ver um pouco sobre a história do clube.

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